Ele não buscava nem tinha em mente um
projeto de ocupar este ou aquele serviço, mas foi fiel àquilo que davam a
ele como trabalho para a edificação da Igreja. Na Cúria Romana, quantos
cargos ligados a Teologia, Direito Canônico! Um homem de prudência, de
governo. Seu último cargo foi de penitencieiro-mor do Sumo Pontífice.
Quiseram até escolhê-lo como Arcebispo, mas, nesta altura, ele voltou
para a Espanha; quis viver em seu convento, em Barcelona, como um
simples frade, mas fossem os reis, o Papa e tantos outros sempre
recorriam ao seu discernimento.
São Raimundo escreveu a respeito da
casuística. Enfim, pelos escritos e pelos ensinos, ele investia numa
ação de mestres e missionários, pois tinha consciência de que precisava
de missionários bem formados para que a evangelização também fluísse.
Ele não fez nada sozinho, contou com a ajuda de São Tomás de Aquino,
ajudou outros a discernir a vontade do Senhor, como São Pedro Nolasco,
que estava discernindo a fundação de uma nova ordem consagrada a Nossa
Senhora das Mercês – os mercedários. Homem humilde que se fez servo, foi
escolhido como Superior Geral dos Dominicanos. Homem de pobreza, de
obediência e pureza; homem de oração. Por isso, os santos como São
Raimundo, um exemplo. Faleceu em Roma, em 1275; cem anos consumindo-se
pela obra do Senhor.
São Raimundo de Peñafort, rogai por nós!
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