Os manuscritos não canônicos, contam que Joaquim e Ana, por muito
tempo não tinham filhos, até que nasceu Maria, cuja infância se dedicou
totalmente, e livremente a Deus, impelida pelo Espírito Santo desde sua
concepção imaculada. Tanto no Oriente, quanto no Ocidente observamos
esta celebração mariana nascendo do meio do povo e com muita sabedoria
sendo acolhida pela Liturgia Católica, por isso esta festa aparece no
Missal Romano a partir de 1505, onde busca exaltar a Jesus através
daquela muito bem soube isto fazer com a vida, como partilha Santo
Agostinho, em um dos seus Sermões:
“Acaso não fez a vontade do Pai a Virgem Maria, que creu pela fé,
pela fé concebeu, foi escolhida dentre os homens para que dela nos
nascesse a salvação; criada por Cristo antes que Cristo nela fosse
criado? Fez Maria totalmente a vontade do Pai e por isto mais valeu para
ela ser discípula de Cristo do que mãe de Cristo; maior felicidade
gozou em ser discípula do que mãe de Cristo. E assim Maria era feliz
porque já antes de dar à luz o Mestre, trazia-o na mente”.
A Beata Maria do Divino Coração dedicava devoção especial à festa da
Apresentação de Nossa Senhora, de modo que quis que os atos mais
importantes da sua vida se realizassem neste dia.
Foi no dia 21 de novembro de 1964 que o Papa Paulo VI, na clausura da
3ª Sessão do Concílio Vaticano II, consagrou o mundo ao Coração de
Maria e declarou Nossa Senhora Mãe da Igreja.
Nossa Senhora da Apresentação, rogai por nós!
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