Antônio Maria ajudou o pai numa fábrica de tecidos até os 22 anos,
quando entrou para o seminário de vida, pois almejava um sacerdócio
santo e como padre desejou consagrar-se nas difíceis missões da Espanha.
Ao ver a pobreza dos missionários e as portas se abrindo, Antônio
Maria, com amigos, tratou de fundar a “Congregação dos Missionários
Filhos do Imaculado Coração de Maria”, conhecidos como Claretianos.
O Carisma era evangelizar todos os setores, por meio da caridade de Cristo que constrangia, por isso dizia: “Não posso resistir aos impulsos interiores que me chamam para salvar almas. Tenho sede de derramar o meu sangue por Cristo!”
Mal tinha fundado a Congregação, o Espírito o nomeou para Arcebispo de
Santiago de Cuba, onde fez de tudo, até arriscar a própria vida, para
defender os oprimidos da ilha e converter a todos, conta-se que ao
chegar às terras cubanas foi logo visitar e consagrar o apostolado à
Nossa Senhora do Cobre.
Com os amigos o Arcebispo Santo Antônio Maria Claret, evangelizou
milhares de almas, isto através de missões populares e escritos, que
chegaram a 144 obras. Fundador das Religiosas de Maria Imaculada, voltou
a Espanha, também tornou-se confessor e conselheiro particular da
rainha Isabel II; participou do Concílio Vaticano I, e ao desviar-se de
calúnias retirou-se na França onde continuou o apostolado até passar
pela morte e chegar na glória em 24 de outubro de 1870.
Foi beatificado em 1934 pelo Papa Pio XI e canonizado por Pio XII em
1950. Pelo seu amor ao Imaculado Coração de Maria e pelo seu apostolado
do Rosário, tem uma estátua de mármore no interior da Basílica de
Fátima.
Santo Antônio Maria Claret, rogai por nós!
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